Cremação

CREMAÇÃO ou SEPULTAMENTO: a família decide

Todo o processo – documentação, traslado, preparo do corpo, organização geral do velório, entre outras etapas, é prática de uma empresa funerária, portanto, necessariamente a família precisa de uma.
Uma vez contatada a prestadora do serviço, a família decidirá se seu ente querido será sepultado – cemitério, ou se será cremado – crematório. Tendo sido feita a escolha, a Funerárias Reunidas mantém contato com a empresa, em qualquer localidade do planeta, e providenciará todo o necessário para a realização desta decisão.

un2_15Não havendo determinação legal em contrário, prevalece o desejo manifestado em vida pelo falecido ou o que for determinado pela família, que também decidirá o destino a ser dado às cinzas. Estas podem ser espalhadas na natureza, colocadas em uma urna, que pode ficar em poder da família ou ser guardada em um nicho (columbários), no cemitério ou crematório.
Lembre-se que a funerária deve estar apta a providenciar sepultamento ou cremação. E é importante compreender que a opção pela cremação não prescinde as etapas anteriores do ato funeral, como preparação do corpo, traslados e velório.
Chame a Funerárias Reunidas e contará com uma equipe experiente, dedicada e respeitosa para acolher sua família e prestar todos os esclarecimentos necessários à decisão sobre qual é a melhor opção.

O quê posso decidir ainda em vida para ser cremado?

 

No Brasil, o processo de cremação é orientado pela Lei Federal nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973. No artigo segundo, estão especificadas todas as exigências legais para o procedimento.
Ser cremado envolve bastante burocracia e, por isso, deixar encaminhada a sua Declaração de Vontade e/ou dar ciência à sua família sobre os seus desejos é muito importante.
A Declaração de Vontade é um documento em que a pessoa manifesta a sua vontade de ser cremada e/ou de doar os seus órgãos após o seu falecimento perante um tabelião, em um cartório portando seus documentos de identidade e declare a sua vontade.

CREMAÇÃO – ORIGEM

Em algumas sociedades o costume fazia parte do quotidiano da população, por se tratar de uma medida prática e higiênica. Alguns povos utilizavam a cremação para rituais fúnebres, como os gregos, por volta de 1.000 a.C. . Os romanos adotaram a prática por volta do ano 750 a.C.. Nessas civilizações, a cremação era considerada um destino nobre, e o sepultamento por inumação ou entumulamento era reservado aos criminosos, assassinos, suicidas e aos fulminados por raios (uma “maldição” de Júpiter).

No Japão, a cremação foi adotada com o advento do Budismo em 552 d.C., importado da China, sendo aceita primeiramente pela aristocracia e a seguir pelo povo. Até que uma lei tornou obrigatório incinerar as pessoas mortas por doenças contagiosas para o controle sanitário, bem como para racionalizar o uso da terra.
Atualmente, por motivos sustentáveis, sanitários, religiosos ou econômicos, cada vez mais as famílias têm optado pela cremação. A equipe da Funerárias Reunidas presta todas as informações e acompanhamento para que a decisão seja tomada com base em informações que garantam o conforto e segurança da família.